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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Quem parte, reparte e não fica com a melhor parte

... culpa os outros.

O Reino Unido, em troca do seu acordo, pediu por um protocolo específico nos serviços financeiros que, como apresentado, era um risco para a integridade do Mercado Interno. Isto tornou o compromisso impossível.
Durão Barroso

Estas foram as exigências inaceitáveis
Basicamente, assegurar o processo de decisão por unanimidade no Conselho em vários aspectos, e como a proposta de protocolo faz questão em referir, em nada belisca o euro ou a estabilidade da moeda única.
A única ameaça para a estabilidade da moeda única estava no próprio acordo, como já se viu várias vezes neste blogue.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Andam assustados

Andam mesmo assustados.

Barroso quer que se garanta a "irreversibilidade do euro".
Lanço um apelo aos chefes de Estado e de Governo: devemos fazer tudo para garantir a irreversibilidade do euro
Barroso

Não sei porque é que o Sarkozy se preocupa. Não é o tacho dele que está em risco (ou será que já estará a cozinhar alguma posição para a reforma?)
Nunca tantos países quiseram juntar-se à Europa. Nunca o risco de uma desintegração da Europa foi tão grande. A Europa está a enfrentar uma situação extraordinariamente perigosa.
Sarkozy

A Merkel foi só hipócrita.
Ela [Merkel] disse que todos os 27 Estados membros da União Europeia têm um dever para com a Europa, e têm de trabalhar juntos para ultrapassar a crise da zona euro.
Egos e interesses nacionais têm de ser postos de lado, acrescentou
Merkel

A razão de tanto estardalhaço não foi, ao contrário do que os últimos meses puderam fazer crer, o facto de o Sol ter nascido. Foi uma reunião de líderes do Partido Popular Europeu, um partido pró-União Europeia no Parlamento Europeu, mas agora já nem tanto nos Parlamentos nacionais